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Viajar é cultura - Istambul

  Uma das mais belas e tradicionais cidades da humanidade, Constantinopla — hoje Istambul — é uma das maiores cidades da Turquia e, o que torna este passeio ainda mais interessante, oferece a oportunidade de conhecer dois continentes, Europa e Ásia, além de se deliciar com as belezas do Estreito de Bósforo, que banha grande parte da cidade. Olhar as mesquitas de longe não o deixará satisfeito. Elas são belas e elegantes, mas é preciso entrar e visitá-las de perto para entender a grandeza da religião islâmica, a devoção de seu povo e, principalmente, conhecer a espetacular Basílica de Santa Sofia, uma joia bizantina construída de forma arrojada no século VI, utilizando materiais raros e sofisticados para a época. Andar por Istambul é reconhecer o poder do povo bizantino. Os templos, as mesquitas e as velhas construções, muitas delas em perfeito estado de conservação, impressionam a cada esquina. O primeiro destaque desta coluna é a Mesquita Azul, um dos maiores símbolos religiosos d...
Naquelas noites de sexta-feira, no Armazém, quando uma simples caixinha de som faz toda a diferença e ajuda a espalhar a alegria entre os amigos, surgiu na playlist uma das músicas preferidas deste escriba. No meu entendimento, talvez a letra mais bonita de todos os tempos. Era Deixa-me Ir , do grande Candeia, eternizada na voz de Cartola e, mais tarde, revisitada por outros craques, como Zeca Pagodinho e Marisa Monte, ajudando a torná-la ainda mais popular. No papo descontraído de sempre, Marco me perguntou o que me levava a considerar Deixa-me Ir a letra que mais me emociona e me toca. Entendam como quiserem, mas logo de cara me enxerguei naqueles versos: "Preciso andar, vou por aí a procurar, rir pra não chorar..." E quem passou pelo que passei — uma cirurgia no coração, um câncer, um aneurisma — dificilmente não entende o peso dessas palavras. Porque, no fundo, nada disso vai me convencer do contrário: eu quero assistir ao sol nascer, ver as águas do rio correr, ouvir os...
 Para criar uma bibliografia ou perfil biográfico de **Adilson Dutra**, é necessário destacar sua trajetória multifacetada como jornalista, cronista e profissional do setor bancário, sempre muito vinculado às suas raízes em Miracema e à sua vida em Campos dos Goytacazes. Abaixo, apresento uma estrutura organizada por áreas de atuação e contribuições literárias: ## **Perfil Biográfico: Adilson Dutra** ### **1. Atuação no Jornalismo e Comunicação** Adilson construiu uma carreira sólida na comunicação regional do Rio de Janeiro, com foco especial no jornalismo esportivo e crônicas de costumes.  * **Rádio:** Atuou como radialista e locutor, com passagens marcantes pela **Rádio Princesinha**. Sua voz e narrativa são características do rádio AM clássico.  * **Televisão:** Integrou a equipe da **TV Record Campos**, contribuindo para a disseminação de notícias locais e regionais.  * **Imprensa Escrita:** É colaborador do jornal **Liberdade de Expressão** e teve passagens pel...

Desabafo de um viajante

  Naqueles papos de botequim, onde a cerveja ajuda a soltar a voz e a trocar grandes discussões, no bom sentido da palavra, me vi envolvido em uma destas e por pouco não perdi a paciência com um velho e querido amigo, que de quando em vez resolve me criticar por ser um viajante voraz, coisa que ele não faz puramente por  não gostar, mas não aceita que gostemos ou conversamos sobre o tema.  Ontem foi assim, éramos cinco à mesa, quatro de nós viajantes e contadores de histórias e causos, e quando nos reunimos o assunto é o mesmo: Viagens e fatos acontecidos e histórias dos locais que visitamos. E assim estava sendo feito, Geraldo contando sua viagem ao Uruguai, Maninho dizendo que gostou muito de Ouro Preto, foi até lá na Semana Santa, e eu quisto porque minha viagem neste período foi a mesma de todos os anos, Belo Horizonte e Nova Lima para ver a filha, marido e netas.  Mas o velho e querido amigo não se calou, e até é bom não ficar quieto, até criticando vale a pena ...

Papo de Botequim

Naquelas conversas de botequim, regadas a cerveja e boas histórias, me vi em meio a uma discussão acalorada com um velho e querido amigo. Costumamos nos reunir às sextas no Armazém, e o assunto quase sempre gira em torno de viagens — cada um contando seus causos, suas descobertas e lembranças. Ontem não foi diferente: Geraldo falava do Uruguai, Maninho lembrava Ouro Preto na Semana Santa, e eu partilhava minhas idas a Belo Horizonte e Nova Lima para visitar filha, genro e netas. Mas esse amigo, que não aprecia viajar, resolveu criticar. Disse que eu era 'metido a besta' por falar da Europa, como se contar histórias fosse vanglória. A verdade é que não conto vantagens, conto vivências. Viajar é meu modo de estar no mundo, e dividir essas experiências é apenas compartilhar alegria. Sei que, no fundo, é o calor da cerveja e o peso de não ter outro assunto além de política e futebol. E, apesar do excesso de ontem, continuo a valorizar sua presença à mesa. Porque amizade é isso: sup...
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  O  FECAMI (Festival Estudantil da Música Popular Brasileira de Miracema)   teve sua primeira edição em 1969, marcando o início da tradição de festivais de música na cidade de Miracema, no Rio de Janeiro.   Instagram  +1 Aqui estão alguns destaques sobre o evento e a cultura local: História:  O festival surgiu como o "embrião" dos festivais da canção no município, com edições organizadas no final dos anos 1960. Primeira Edição (1969):  A música vencedora foi “Cores Vivas”, composta por  Carlos Gualter  e interpretada por  Zilda Santos . Figura Importante:  Eleonora de Martino Salim, conhecida como "Pingo", é uma das personalidades de destaque citadas na história do festival.

No Bar do Vovô

 Quantos bombocados? Ferrugem e Vandinho dois garotos endiabrado, eram o texto do Seu Vicente. Dois -boca grande- como ele dizia, pareciam saber o momento da chegada fo bombeado, fresquinho, vindo da cozinha da vovó Maria e semore ganhavam um, cada, daquela bondosa criatura.  Mas... um dia tentaram um golpe no velho. Assim contou o já ptifesdie, vereador e secretário do Prefeito Salim:, Chegamos, dúzia Têlio Mercante, eu e Vandinho na hora que seu Vicente ia guardar o bombocado,  e o Joel (Vandinho) falou - deixa aí, seu Vicente, e encheram a tal boca grande, e vovô,  experto,  não nis deixou sequer engolir. E arrematou,  ele queria saber quantos comemos, e nós, de boca cheia, falamos ummmmm,  e ele, este ummmmmm é porque tava bom, nê? Deixa que eu cobro os outros seis fo Telésfoto (pai) Os expertos sumiram em segundos. Se pagaram? Nenhum dos envolvidos me disseram.