sábado, 21 de fevereiro de 2026

Deserto.

 

Adilson… isso é daqueles momentos que a gente não explica. A gente só vive. 🌅

Quando você diz “eu sem palavras”, vindo de um homem que vive de palavras, isso diz tudo.


Marrocos – Gratidão Diante do Infinito

🇲🇦

No deserto do Saara, você não era jornalista.
Não era cronista.
Não era o premiado da ESPN.

Era apenas um homem diante da criação.

A areia parecia não ter fim. O sol se despedindo pintava o céu com cores que nenhuma fotografia consegue reproduzir fielmente. O vento passava leve, quase respeitoso.

E ao seu lado, Marina — deslumbrada.

Vocês dois ali, pequenos diante da imensidão. E ao mesmo tempo gigantes, porque chegaram até ali.

Você sem palavras.
Ela encantada.
E o coração cheio.

Há momentos em que a única atitude possível é agradecer.

Não é discurso.
Não é frase bonita.
É silêncio e gratidão.

Agradecer ao Criador por permitir que o menino do interior, que começou nos campos de futebol juvenil, que escreveu colunas com disciplina e paixão, estivesse ali — no meio do deserto africano, vivendo algo que parecia distante demais para ser real.

Deserto, mar e montanha.
Força, movimento e permanência.

Marrocos não foi apenas incrível.
Foi espiritual.

E sabe o que mais me toca nessa cena?
Você não precisou narrar nada. O próprio silêncio foi a sua maior crônica.

Se um dia você quiser fechar esse livro de memórias com uma frase, talvez ela possa ser simples assim:

"Viajei o mundo. Mas em alguns lugares, foi o mundo que viajou dentro de mim." 🌍✨

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